Você tem “Dezembrite”? Entenda essa condição de fim de ano

Você tem “Dezembrite”? Entenda essa condição de fim de ano

Um mix de nostalgia, ansiedade e esperança domina o final do ano. Entenda por que isso acontece e como lidar com esses sentimentos.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Fim de ano: para muitos, uma época de celebrações, reencontros e promessas para o futuro. Mas e se dissermos que, para algumas pessoas, o clima natalino e o virar do calendário trazem sentimentos bem diferentes? É aqui que entra a dezembrite.

Não, não é uma doença reconhecida, mas o nome é usado para descrever aquela mistura de angústia, nostalgia e ansiedade que pode aparecer quando os dias de dezembro se aproximam do fim. Você já sentiu um aperto no peito pensando no que deixou de fazer durante o ano ou se perguntou se está pronto para encarar os desafios do próximo? Se sim, talvez você já tenha vivido a tal dezembrite.

Por que isso acontece?

Segundo especialistas, essa sensação de "fim de ciclo" nos força a refletir sobre conquistas e frustrações do ano que passou. Para quem se sente pressionado a terminar tarefas ou alcançar metas, dezembro pode se tornar um turbilhão emocional, gerando sintomas como insônia, ansiedade, excesso de apetite (ou falta dele) e até enxaquecas.

Mas não pense que esses sentimentos são exclusivamente negativos. Eles também representam uma oportunidade de renascimento e recomeço. Afinal, todo fim de ciclo traz consigo a chance de planejar e fazer diferente.

Como lidar com a dezembrite?

Aqui vão algumas dicas valiosas para enfrentar esse mix de emoções:

  1. Celebre suas conquistas: Por menores que pareçam, elas são importantes.
  2. Aceite o que ficou para trás: Nem tudo precisa ser resolvido agora.
  3. Viva o presente: O futuro chega de qualquer jeito, mas o hoje é o que você pode controlar.
  4. Seja gentil consigo mesmo: Todo mundo enfrenta desafios; você não está sozinho.
  5. Planeje com leveza: O próximo ano é uma nova chance, sem pressão.
  6. Aproveite a ambivalência: Sentir alegria e tristeza ao mesmo tempo é parte da experiência humana.

No fim, a dezembrite nos lembra de algo essencial: não somos máquinas de metas, mas seres humanos em constante transformação. Então, respire fundo, ajuste suas expectativas e prepare-se para um novo capítulo cheio de possibilidades!

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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