Cigarros eletrônicos. Parecem inofensivos, mas trazem sequelas irreversíveis.

Cigarros eletrônicos. Parecem inofensivos, mas trazem sequelas irreversíveis.

Campanha impactante da Desigual Propaganda alerta sobre os perigos do uso de pods e vapes - a modinha do momento que á morte disfarçada.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Dia 31 de maio é o Dia Mundial de combate ao fumo, mas essa guerra se torna cada vez mais difícil de lutar quando surgem novos produtos como os cigarros eletrônicos. Na maioria das vezes coloridinhos, com fumaça sabor de fruta, e que não deixam o usuário com o temido “cheiro de cigarro”, os – não menos nocivos – pods e vapes são bastante atrativos, e muito utilizados especialmente entre os jovens.

Apesar de terem tido sua comercialização proibida no Brasil, não é difícil se deparar com pessoas fazendo uso desses produtos diariamente, inclusive em locais proibidos por lei. Para mostrar que não são nada inofensivos, a campanha da DPG associa esses produtos à morte além de reforçar a presença de metais pesados e mais de 127 substâncias tóxicas que podem, com pouco tempo de uso, acarretar doenças respiratórias como asma, enfisema pulmonar, fibrose pulmonar, câncer, e ainda levar a uma morte rápida.

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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