Agora é lei! Manipular imagens para constranger mulheres é crime

Agora é lei! Manipular imagens para constranger mulheres é crime

Nova lei aumenta a pena para quem usa deepfake ou edições para constranger mulheres.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Manipular imagens para constranger agora é crime mais grave

Você já imaginou que uma montagem de foto, um áudio manipulado ou até um vídeo falso pudesse ser usado como forma de violência psicológica? Pois é, agora isso passou a ter consequências mais sérias.

A nova lei contra deepfakes e edições abusivas

Com a Lei nº 15.123/2025, ficou estabelecido que usar tecnologia para constranger, intimidar ou humilhar mulheres se tornou uma forma agravada de violência psicológica. Isso inclui deepfakes, edições de voz, manipulações de imagem e conteúdos distorcidos usados sem consentimento.

A pena nesses casos pode aumentar em até metade do tempo previsto, reconhecendo que a tecnologia, quando usada de forma maliciosa, se torna uma arma poderosa e devastadora.

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A Lei nº 15.123/2025 diz que usar tecnologia para constranger mulheres é crime

 

O impacto invisível da violência digital

Muita gente ainda pensa que “é só uma brincadeira” ou “edição de internet”, mas os efeitos emocionais podem ser profundos. A vítima sofre abalos na autoestima, na dignidade e até na vida social e profissional. A lei vem para deixar claro que essa prática não é piada, é crime.

Proteção da dignidade em um mundo conectado

A sanção já está em vigor desde abril de 2025 e reforça a ideia de que a saúde mental importa tanto quanto a integridade física. Com isso, mulheres passam a ter uma proteção maior contra ataques invisíveis, mas extremamente destrutivos.

Mais do que uma medida legal, é um passo para um futuro em que a tecnologia seja usada para aproximar e proteger, e não para ferir ou expor.

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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