Você fala sozinho? O que a ciência diz sobre esse hábito que pode parecer estranho, mas faz bem

Você fala sozinho? O que a ciência diz sobre esse hábito que pode parecer estranho, mas faz bem

Entenda como a autoconversa pode ser uma ferramenta poderosa para o cérebro e saúde mental.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Falar sozinho é mais comum do que parece e, ao contrário do que muitos pensam, pode ser um hábito extremamente benéfico. De acordo com estudos, essa prática, chamada de autoconversa, ajuda a organizar pensamentos, aumentar a concentração e até melhorar a memória. Quem nunca se pegou perguntando em voz alta: “Onde estão minhas chaves?”, e logo depois encontrou o objeto? Isso acontece porque verbalizar os pensamentos ativa áreas do cérebro ligadas à atenção e ao foco.

Além de aprimorar o desempenho em tarefas simples do dia a dia, a autoconversa pode ter impactos positivos na autoestima. Falar com você mesmo de maneira encorajadora, por exemplo, eleva a confiança e ajuda a lidar melhor com situações desafiadoras. Não é à toa que atletas, como tenistas, utilizam essa técnica para reduzir a ansiedade e melhorar seu rendimento durante competições.

No entanto, é importante ficar atento. Quando o hábito de falar sozinho se torna excessivo ou negativo, pode ser um sinal de alerta para questões emocionais mais profundas, como baixa autoestima ou ansiedade. Nesse caso, procurar a ajuda de um profissional de saúde mental é essencial. Mas, na maioria das vezes, essa prática é um grande aliado para quem busca mais foco, autoconfiança e desempenho.

Reportar um erro

Encontrou um erro neste conteúdo? Descreva o problema abaixo e nossa equipe verificará.

Reportar-erro

Compartilhar

Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

Saiba mais

Veja também