O Excesso de empatia pode fazer mal?

O Excesso de empatia pode fazer mal?

Em muitos casos, o que parece bondade ilimitada é, na verdade, um medo profundo de rejeição ou uma busca por validação.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Ser empático é bonito. Se importar com o outro é essencial para a convivência humana.
Mas há um limite sutil, e perigoso, entre a empatia saudável e a anulação de si mesmo em nome do outro.

As pessoas pró-sociais vivem movidas pelo desejo de ajudar, apoiar e aliviar o sofrimento alheio. Fazem isso por compaixão genuína, e o mundo precisa delas. O problema começa quando esse impulso de cuidar se transforma em culpa constante por não conseguir salvar todo mundo.

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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