A Fórmula 1 desembarcou na lendária "Cidade do Pecado" para o tão aguardado GP de Las Vegas. Apesar do glamour, das luzes e da promessa de um espetáculo emocionante, o clima descontraído da cidade trouxe um "detalhe aromático" que virou o centro das atenções: o forte cheiro de maconha no paddock. Durante os treinos, muitos pilotos não pouparam comentários, misturando reclamações e um toque de humor sobre a peculiar situação.
O piloto argentino Franco Colapinto, da Williams, não perdeu a chance de brincar com o episódio: “Havia cheiro de baseado, estúpido. Acho que, se fizerem testes de doping nos pilotos agora, todos serão positivos”, disse, arrancando risos dos jornalistas. Mas nem todos encararam o cenário com tanta leveza. Sergio Pérez, da Red Bull, mostrou descontentamento ao afirmar que o aroma estava presente "durante toda a noite" e que os pilotos iriam reclamar do incômodo ao longo do fim de semana.
Las Vegas é conhecida por suas leis permissivas em relação à maconha, com uso recreativo legalizado no estado de Nevada desde 2017. No entanto, a combinação desse detalhe cultural com o evento esportivo de alto nível levantou questionamentos sobre os impactos na experiência dos competidores. Enquanto Max Verstappen, o provável campeão da temporada, se prepara para confirmar mais um título, o episódio peculiar reforça que em Las Vegas, até mesmo um GP pode ter um toque excêntrico. O GP acontece neste domingo (24/11), às 3h (horário de Brasília), prometendo muita emoção… e talvez mais algumas reclamações olfativas.