Ela ficou rica vendendo fofoca – E já comprou duas casas!

Ela ficou rica vendendo fofoca – E já comprou duas casas!

A arte de bisbilhotar virou um negócio lucrativo! Veja como essa ‘fofoqueira profissional’ transformou fofocas em patrimônio.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Você já imaginou ganhar dinheiro vendendo fofocas? Pois foi exatamente isso que uma mulher fez e conseguiu comprar não apenas uma, mas DUAS casas! A colombiana Myriam, de 67 anos, se autointitula "fofoqueira profissional" e encontrou um jeito inusitado (e lucrativo) de transformar a curiosidade alheia em um verdadeiro negócio.

Como funciona o "negócio da fofoca"?

Myriam percebeu que as pessoas sempre a procuravam para saber das últimas novidades do bairro. Então, teve uma ideia genial: começou a cobrar pelas informações! A fofoca mais básica custa o equivalente a R$ 6, enquanto segredos mais picantes – como traições – podem chegar a valores exorbitantes.

Ela anota tudo em uma caderneta e até mantém uma cartelinha de evidências com fotos e provas para garantir que suas fofocas sejam confiáveis. Além disso, Myriam não apenas vende segredos, mas também recebe dinheiro para manter certos "assuntos" em sigilo.

A disputa pelo título de "rainha da fofoca"

O sucesso da empreitada chamou a atenção de concorrentes. Segundo Myriam, algumas vizinhas tentaram copiar seu negócio, mas ela garante que se mantém no topo porque trabalha com provas e não espalha mentiras. "Eu sou uma chismosa profissional!", afirma com orgulho.

Fofoca pode ser uma profissão lucrativa?

Embora pareça inusitado, a fofoca já foi tema de vários estudos que apontam que ela tem um papel social importante. Segundo pesquisadores, fofocar pode ajudar a aliviar o estresse, fortalecer laços entre pessoas e até mesmo funcionar como uma forma de "justiça social" quando expõe comportamentos inadequados.

No caso de Myriam, não há dúvidas: a fofoca foi sua fonte de renda e permitiu que ela conquistasse duas casas, além de gerar empregos para seus "informantes". Ela garante que esse é um mercado eterno: "A fofoca nunca vai acabar!".

E aí, será que essa moda pega no Brasil? 

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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