De vilão a ferramenta de estímulo cerebral. Entenda o que o videogame faz no cérebro

De vilão a ferramenta de estímulo cerebral. Entenda o que o videogame faz no cérebro

Os videogames não são mais vistos como simples entretenimento, mas como uma ferramenta que pode melhorar a saúde mental e cognitiva.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Os videogames, antes tidos como vilões, têm se mostrado aliados poderosos para o cérebro, de acordo com pesquisas recentes. Estudos revelam que jogos em 3D aumentam o volume do hipocampo, região associada à aprendizagem, e melhoram habilidades cognitivas, como atenção visual. Especialistas destacam que jogos de ação podem até auxiliar no tratamento de transtornos como o TDAH, promovendo foco e capacidades psicomotoras.

Além disso, experimentos mostram que a prática regular de videogames pode influenciar áreas do cérebro responsáveis pela memória e resolução de problemas. Em uma pesquisa, participantes que jogaram por menos de uma hora por dia ao longo de nove semanas aprimoraram sua sensibilidade a contrastes visuais, uma habilidade importante em ambientes com baixa luminosidade. Mesmo jogadores novatos demonstram avanços rápidos em habilidades cognitivas.

No âmbito da saúde mental, uma descoberta feita pela Universidade de Oxford aponta que pessoas que jogam até quatro horas por dia relataram maior bem-estar e alegria. No entanto, especialistas ressaltam a importância de um equilíbrio saudável no tempo de jogo para maximizar os benefícios, especialmente para crianças e adolescentes.

Reportar um erro

Encontrou um erro neste conteúdo? Descreva o problema abaixo e nossa equipe verificará.

Reportar-erro

Compartilhar

Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

Saiba mais

Veja também