Conheça as funções da OMS e qual o impacto da saída dos EUA

Conheça as funções da OMS e qual o impacto da saída dos EUA

Descubra o que a OMS realmente faz e por que a saída dos EUA mexeu com o mundo.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Você já parou para pensar o que seria do mundo sem a Organização Mundial da Saúde (OMS)? Essa agência da ONU, fundada em 1948, é muito mais do que um nome conhecido em tempos de pandemia. Ela desempenha um papel crucial na saúde global, mas também está no centro de debates polêmicos, como a saída dos Estados Unidos da organização. Vamos mergulhar nesse universo e desvendar as curiosidades e os impactos dessa história!

O que é a OMS e o que ela faz por você?

A OMS é a guardiã da saúde global. Com sede em Genebra, na Suíça, ela trabalha para alcançar o "bem-estar físico, mental e social" de todas as pessoas, não apenas combatendo doenças, mas promovendo saúde em diversos níveis.

Entre as suas grandes conquistas está a erradicação da varíola, um feito histórico entre 1967 e 1979, e a significativa redução nos casos de poliomielite. Mas a OMS vai além: ela incentiva o consumo de frutas e vegetais, combate o uso do tabaco e até ajuda a desenvolver vacinas e medicamentos eficazes.

Curiosidade: Você sabia que o símbolo da OMS é o Bordão de Asclépio, uma serpente enrolada em um bastão? Ele representa cura e proteção, inspirado na mitologia grega!

O impacto da saída dos EUA da OMS

Em um movimento polêmico, os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, decidiram abandonar a OMS. Essa decisão, anunciada em 2020 e retomada no novo mandato de Trump em 2025, abalou as estruturas da organização. Afinal, os EUA eram um dos principais financiadores da OMS, responsável por cerca de 15% do orçamento da entidade.

A retirada não foi apenas um “adeus”, mas um verdadeiro “divórcio litigioso”, como descrevem especialistas. Além de cortar financiamento, os EUA retiraram funcionários e recusaram-se a participar de negociações internacionais, como o acordo sobre pandemias.

Isso gerou uma série de problemas:

  • Enfraquecimento da resposta global à saúde: A OMS perdeu recursos cruciais para enfrentar crises, como pandemias e surtos de doenças.
  • Desinformação: Sem apoio, a OMS ficou mais vulnerável a ataques ideológicos, como teorias da conspiração e falsas controvérsias científicas.
  • Políticas de saúde ameaçadas: Decisões baseadas em ciência foram desqualificadas, afetando diretamente a vida de milhões.

Curiosidade: Durante a pandemia de Covid-19, Trump chegou a sugerir o uso de desinfetantes como tratamento, enquanto a OMS insistia em medidas baseadas em evidências científicas.

Por que a OMS é tão importante?

Mesmo com seus desafios, a OMS é uma peça fundamental para a saúde global. Ela regula padrões, elabora listas de medicamentos essenciais e divulga relatórios que influenciam políticas públicas no mundo todo.

Além disso, sua atuação é uma barreira contra a politização da ciência. Imagine um mundo onde decisões de saúde fossem guiadas apenas por interesses políticos e não por evidências? Sem a OMS, estaríamos mais suscetíveis a crises de saúde pública e a um colapso na cooperação internacional.

Fato interessante: Apenas dois territórios no mundo, Niue e Ilhas Cook, fazem parte da OMS sem serem membros da ONU.

O que podemos aprender com tudo isso?

A saída dos EUA da OMS nos lembra da importância de proteger e fortalecer as instituições que promovem o bem coletivo. A saúde global não é apenas sobre curar doenças; é sobre garantir que todos, independentemente de onde vivam, tenham acesso a um futuro mais saudável e justo.

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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