Já imaginou um futuro em que a inteligência artificial ajuda a salvar vidas, mas também pode colocar tudo a perder? Pois esse futuro já chegou, e os exemplos vêm direto da medicina.
A primeira novidade vem da China e dos Estados Unidos: cientistas criaram um algoritmo chamado Gemorna, capaz de escrever sozinho sequências de mRNA – aquela mesma tecnologia usada nas vacinas da pandemia. E o resultado impressiona: em um dos testes, a sequência feita pela IA produziu 41 vezes mais proteína do que a escrita por humanos. Um salto gigantesco para a biotecnologia.