As drogas recreativas, frequentemente associadas aos tempos modernos, têm uma longa história de uso em celebrações antigas. Estas substâncias eram empregadas para amplificar a sensação de felicidade, mesmo antes de serem compreendidos seus impactos na saúde. Neste olhar sobre a antiguidade, descubra cinco drogas que eram conhecidas e utilizadas por nossos antepassados.
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Açafrão
- Uso: 3000 a.C.
- Conhecido por seu papel na gastronomia, o açafrão era usado medicinalmente por volta de 3000 a.C. Textos antigos descrevem sua utilidade na ação analgésica e melhora do humor. Estudos indicam efeitos semelhantes aos opioides com a ingestão de mais de cinco gramas dos estigmas das flores.
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Mel Louco
- Uso: Séculos Anteriores
- O mel produzido pela planta rododendro, chamado mel louco, causava efeitos alucinógenos quando ingerido em grandes quantidades. Utilizado pelos exércitos de Pompeu Magno, o consumo excessivo pode levar a problemas graves no sistema digestivo, cardíacos e paralisia.
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Ayahuasca
- Uso: Desde 900 a.C.
- Conhecida por seus rituais na Bacia Amazônica, a ayahuasca é uma planta consumida ritualisticamente desde pelo menos 900 a.C. Seu uso dentro de contextos rituais é considerado uma prática religiosa, mas sua ingestão ilegal pode apresentar riscos à saúde.
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Psilocibina
- Uso: Séculos Anteriores
- A psilocibina, presente nos "cogumelos mágicos," foi utilizada em rituais por povos originários nas Américas e na Europa desde 4000 a.C. Pinturas rupestres na Espanha retratam o uso desses fungos alucinógenos.
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Coca
- Uso: Há mais de 3000 anos
- Antes de ser associada à cocaína, a planta de coca foi consumida por séculos. Mastigar suas folhas ou ingerir chá quente proporcionava efeitos de euforia. O Império Inca cultivou a planta por mais de 3000 anos, e seu consumo perdura na região dos Andes até hoje.
Essas substâncias, embora tenham desempenhado papéis em celebrações antigas, destacam a evolução do entendimento científico sobre seus impactos na saúde, levando muitas delas a serem proibidas nos tempos modernos.