5 Drogas Recreativas da Antiguidade que Surpreendem

5 Drogas Recreativas da Antiguidade que Surpreendem

Conheça substâncias utilizadas em celebrações antigas que proporcionavam efeitos psicoativos antes da proibição.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

As drogas recreativas, frequentemente associadas aos tempos modernos, têm uma longa história de uso em celebrações antigas. Estas substâncias eram empregadas para amplificar a sensação de felicidade, mesmo antes de serem compreendidos seus impactos na saúde. Neste olhar sobre a antiguidade, descubra cinco drogas que eram conhecidas e utilizadas por nossos antepassados.

  1. Açafrão

    • Uso: 3000 a.C.
    • Conhecido por seu papel na gastronomia, o açafrão era usado medicinalmente por volta de 3000 a.C. Textos antigos descrevem sua utilidade na ação analgésica e melhora do humor. Estudos indicam efeitos semelhantes aos opioides com a ingestão de mais de cinco gramas dos estigmas das flores.
  2. Mel Louco

    • Uso: Séculos Anteriores
    • O mel produzido pela planta rododendro, chamado mel louco, causava efeitos alucinógenos quando ingerido em grandes quantidades. Utilizado pelos exércitos de Pompeu Magno, o consumo excessivo pode levar a problemas graves no sistema digestivo, cardíacos e paralisia.
  3. Ayahuasca

    • Uso: Desde 900 a.C.
    • Conhecida por seus rituais na Bacia Amazônica, a ayahuasca é uma planta consumida ritualisticamente desde pelo menos 900 a.C. Seu uso dentro de contextos rituais é considerado uma prática religiosa, mas sua ingestão ilegal pode apresentar riscos à saúde.
  4. Psilocibina

    • Uso: Séculos Anteriores
    • A psilocibina, presente nos "cogumelos mágicos," foi utilizada em rituais por povos originários nas Américas e na Europa desde 4000 a.C. Pinturas rupestres na Espanha retratam o uso desses fungos alucinógenos.
  5. Coca

    • Uso: Há mais de 3000 anos
    • Antes de ser associada à cocaína, a planta de coca foi consumida por séculos. Mastigar suas folhas ou ingerir chá quente proporcionava efeitos de euforia. O Império Inca cultivou a planta por mais de 3000 anos, e seu consumo perdura na região dos Andes até hoje.

Essas substâncias, embora tenham desempenhado papéis em celebrações antigas, destacam a evolução do entendimento científico sobre seus impactos na saúde, levando muitas delas a serem proibidas nos tempos modernos.

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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