Este evento é o ápice de um processo de transferência de tecnologia que começou lá em 2014. Aqui estão os pontos principais que tornam esse momento histórico:
Por que isso é um marco?
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Soberania Industrial: O Brasil se torna o único país fora da Suécia a ter uma linha de produção ativa do Gripen E. Isso significa que não estamos apenas comprando o avião, mas aprendendo a "receita" completa dele.
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Capacidade Técnica: A montagem local envolve a integração de sistemas complexos, testes de voo e o desenvolvimento de softwares. Isso coloca a Embraer em um grupo seleto de empresas capazes de fabricar caças de 4.5ª geração.
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O "F-39 nacional": Embora a FAB já opere unidades que vieram da Suécia, este exemplar específico (frequentemente associado à matrícula 4109) é o símbolo da autonomia nacional no projeto.
Status atual do programa
Até o momento, a FAB já recebeu 11 unidades produzidas na Suécia. O plano original previa a entrega do primeiro "brasileiro" em 2025, mas ajustes no cronograma (devido a questões orçamentárias e logística de suprimentos) empurraram a conclusão para este primeiro trimestre de 2026.