Brasileira usou a vagina para atrair peixes em reality show

Brasileira usou a vagina para atrair peixes em reality show

Uma participante brasileira surpreendeu com uma técnica de pesca nada comum e garantiu comida no reality de sobrevivência.


Jordão Vilela
Por Jordão Vilela

Já imaginou atrair peixes de um jeito totalmente inesperado?

No reality Largados e Pelados: A Tribo, um programa famoso por colocar os participantes em situações extremas de sobrevivência, uma brasileira roubou a cena com um método de pesca que deixou todo mundo de boca aberta.

Marina Fukushima, de 32 anos, descobriu que poderia usar uma parte muito inusitada do corpo para garantir alimento na savana africana. A técnica acabou rendendo peixes, risadas e até um apelido curioso.

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Ela usou uma parte muito inusitada do corpo para garantir alimento na savana

 

Como Marina descobriu sua estratégia curiosa

Tudo aconteceu durante um mergulho. Marina percebeu que os peixes se aproximavam das suas partes íntimas e resolveu transformar essa situação em vantagem. Com uma peneira nas mãos e posicionada à beira do rio, ela capturou diversos peixes que se aproximavam, garantindo a refeição do grupo.

E não foi a primeira vez: na versão brasileira do programa, ela já havia testado a mesma técnica com sucesso.

A reação dos colegas e o apelido inesperado

A cena rendeu comentários hilários. Raysa, companheira de tribo, não resistiu e soltou: “Perereca poderosa. Já temos a isca garantida sempre. Essa menina tem a perereca de ouro.”

Mais do que alimento, Marina garantiu entretenimento dentro do reality, mostrando que, quando se trata de sobrevivência, criatividade vale ouro.

Sobre o reality Largados e Pelados: A Tribo

O programa coloca participantes em condições extremas, sem roupas, comida ou ferramentas. Eles precisam usar apenas o que a natureza oferece para sobreviver. Na versão em grupo, exibida no Discovery e na HBO Max, o desafio vai além da resistência física: exige estratégias, improviso e até humor para enfrentar dias intensos em meio à natureza selvagem.

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O programa coloca participantes em condições extremas

 

Como a Pesca Funcionou (A Técnica de Marina)

Marina Fukushima percebeu, de forma espontânea, que os peixes pequenos no rio se aproximavam de suas partes íntimas quando ela estava submersa. Ela transformou essa observação em uma estratégia de sobrevivência:

  1. A Isca: Ela se posicionou nas margens do rio ou em águas rasas, de pernas abertas. Ela relatou que os peixes pareciam ser atraídos por essa área.

  2. O Cone/Armadilha: Ao abrir as pernas, ela criava um "cone" ou uma área de contenção na água.

  3. A Captura: Com a ajuda de um item que tinha, como uma peneira ou panela, ela cercava e capturava os peixes que se aproximavam.

Por Que Isso Deu Certo?

Embora não haja estudos científicos formais sobre essa técnica específica, o sucesso da Marina pode ser explicado por uma combinação de fatores:

  1. Atração Química (Odor): O motivo mais provável é a atração química. Como explicado antes no contexto do candiru, os peixes são extremamente sensíveis a substâncias na água. O corpo humano libera:

    • Suor/Secreções: Odor corporal, feromônios e secreções naturais, que podem ser detectados por peixes curiosos ou necrófagos (que comem restos).

    • Urina/Amônia: Mesmo quantidades mínimas de urina, que contém amônia e outros compostos, podem atuar como um atrativo em certas situações ou despertar a curiosidade dos peixes.

  2. Curiosidade e Abrigo: A vagina e a área genital, quando expostas na água, criam um recesso escuro e cavidade. Para peixes pequenos e juvenis (como os que ela capturou), esses locais podem ser vistos como:

    • Abrigo: Um lugar seguro para se esconder de predadores maiores.

    • Curiosidade: Uma nova estrutura no ambiente.

  3. Oportunismo: A técnica funcionou não apenas pela atração, mas também pela combinação com a armadilha (o cone formado pelas pernas) e a velocidade na captura.

Outros Relatos na História ou em Tribos

Sobre o uso da vagina como isca específica em rituais de pesca históricos ou em tribos: não há relatos históricos ou etnográficos amplamente documentados que descrevam essa prática como um método de pesca tradicional.

A técnica de Marina foi uma adaptação de sobrevivência pessoal e uma observação inusitada no contexto de um reality show, e não um método culturalmente estabelecido.

Embora muitas culturas indígenas ou costeiras tenham métodos de pesca criativos e o conhecimento profundo sobre odores e iscas naturais, o uso direto da vagina para esse fim não é algo registrado como técnica tradicional.

Curiosidade extra

Você sabia que os peixes são atraídos por diferentes estímulos sensoriais, como vibrações, cheiros e até calor? Isso pode explicar a aproximação inesperada relatada por Marina.

Em meio a tantos desafios, Marina mostrou que até uma situação inusitada pode virar solução de sobrevivência. Uma prova de que, quando o instinto fala mais alto, a criatividade pode ser a melhor ferramenta.

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Sobre o autor

Jordão Vilela

Jordão Vilela é publicitário, criador de conteúdo e curioso por natureza. Apaixonado por cultura, ciência, comportamento e tudo aquilo que faz a gente parar e pensar “já imaginou isso?”.

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