Split payment: a mudança no caixa

Na liquidação da venda, parte do tributo pode sair antes de o dinheiro chegar ao fornecedor. Entenda por que isso muda o jogo.

Por Já Imaginou Isso? - Curiosidades, Fatos e Teorias · 26 de outubro de 2026

Por que isso importa agora

O uso efetivo está previsto para o segundo semestre de 2027. Quem vende B2B já tem pouco tempo para ajustar sistemas e rotina.

Como a separação acontece

A empresa vende, mas o tributo é identificado na própria liquidação financeira. O restante segue para o fornecedor no mesmo fluxo.

Quem faz a divisão do valor

Bancos e instituições de pagamento consultam uma plataforma pública e separam IBS e CBS. A lógica vale para Pix, boleto e cartão.

Parcelado também entra na regra

Nas vendas parceladas, o tributo acompanha cada parcela recebida. A separação acontece proporcionalmente ao dinheiro que entra.

O que o split payment não faz

Ele não cria imposto novo nem muda as alíquotas. O que muda é o momento do recolhimento, para dificultar a sonegação.

Os testes já começaram

Desde 15 de outubro de 2026, Receita e CGIBS testam a integração técnica com prestadores de pagamento, sem impacto nas transações.

Sua empresa precisa se preparar

Fiscal, financeiro e tecnologia terão de trabalhar juntos. Documentos fiscais e pagamentos precisam conversar no mesmo processo.

O caixa vai sentir a diferença

Hoje existe um intervalo entre receber e recolher tributos. Com o split payment, essa parcela deixa de ficar disponível ao fornecedor.

Revise agora para chegar pronto

Quem ajustar sistemas, documentos e rotinas com antecedência chega a 2027 com menos improviso. Abra o artigo e veja por onde começar.

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